Apesar de sua formação universitária em comunicação
social, Ana não vai trabalhar na área durante a Copa das Confederações. “Eu já sabia,
o mais importante é ser voluntária de um mega evento como a Copa das Confederações
e posteriormente a Copa do Mundo. Será um momento único”. Mas, Ana foi
recompensada, pois foi selecionada para trabalhar no aeroporto, área muito requisitada
por outros voluntários, para recepcionar e oferecer informações aos torcedores
sobre deslocamento e transporte, além de prestar assistência em ocorrências
como perda do passaporte ou necessidade de câmbio de moeda.
Desde que recebeu a confirmação que seu nome estava
entre os escolhidos pelo Brasil Voluntário, Ana não para final de semana em
casa sempre nos treinamentos. “O meu trabalho é totalmente voluntário, com
direito a alimentação e transporte apenas nos dias que eu estiver trabalhando”.
Ela terá a oportunidade de conviver durante 15 dias com pessoas de diversos
países. “Com certeza vou poder frequentar o Centro de Imprensa, que estará concentrado
em Fortaleza”, conclui.
A partir do momento da inscrição, o Brasil
Voluntário realizou duas etapas de treinamentos. A primeira para definir o
perfil do candidato, testando o seu grau de conhecimento, especialmente na
segunda língua estrangeira. Posteriormente, treinamentos presenciais, em
Fortaleza. No próximo sábado, já na condição de aprovada a jornalista terá o
último encontro antes da competição.
Ana já está aprimorando o seu inglês para estar
dentro da sua área, na Copa do Mundo. “Esse sonho não é impossível porque o
pessoal da FIFA observou que temos chance”.
A jornalista vai aproveitar o tempo que estiver de
folga para fazer matérias especiais sobre os bastidores da Copa das
Confederações. “O tipo de reportagem ainda não definir, mas com certeza será um
trabalho diferenciado e exclusivo”, antecipa Ana.



